O executive search é, por norma, desenhado para um número reduzido de contratações críticas e de elevado impacto, onde o acesso ao mercado, a confidencialidade e a qualidade da shortlist importam mais do que o volume. O RPO, por outro lado, é concebido como uma capacidade de recrutamento externalizada mais abrangente. Pode cobrir um programa de contratação mais vasto, integrar-se nos processos da empresa e ajudar a escalar as operações de recrutamento ao longo do tempo.
Isto significa que os modelos não devem ser avaliados com os mesmos critérios de sucesso. O executive search é avaliado pela qualidade de uma shortlist crítica e pela forma como o consultor gere contratações sensíveis para os stakeholders. O RPO é frequentemente avaliado pela cobertura do processo, fluidez do fluxo de contratação, capacidade de recrutamento e repetibilidade em várias funções ou unidades de negócio.
Esta distinção é fundamental porque as empresas, por vezes, esperam a precisão do executive search num modelo de RPO, ou o suporte de processos à escala do RPO por parte de uma firma de executive search. Ambas as expectativas geram frustração e desalinhamento.